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Auxiliar de enfermagem “desligava aparelhos” para receber comissões de funerárias

Em 1999, o auxiliar de enfermagem foi acusado de provocar a morte de pacientes no Hospital Municipal Salgado Filho, no Rio de Janeiro.

Redação
Por: Redação Fonte: Da Redação / JNCE
16/05/2026 às 22h31 Atualizada em 16/05/2026 às 22h39
Auxiliar de enfermagem “desligava aparelhos” para receber comissões de funerárias
Foto: Reprodução / JNCE

Da Redação / JNCE

O caso de Edson Izidoro Guimarães, conhecido como “Enfermeiro da Morte”, voltou a repercutir nas redes sociais ao relembrar um dos episódios criminais mais chocantes da área da saúde no Brasil.

Em 1999, o auxiliar de enfermagem foi acusado de provocar a morte de pacientes no Hospital Municipal Salgado Filho, no Rio de Janeiro.

Segundo as investigações da época, ele confessou desligar aparelhos de oxigênio e aplicar substâncias em pacientes para acelerar mortes e beneficiar um esquema conhecido como “máfia das funerárias”, que lucrava com comissões sobre enterros.
As estimativas apontam que o número de vítimas pode ultrapassar
100 casos.

O episódio se tornou um marco sombrio na história criminal brasileira e levantou debates sobre ética hospitalar, fiscalização e corrupção no sistema de saúde.

*Com informações portalacontece.

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